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PROFETA ISAÍAS

O mais importante profeta do Antigo Testamento, Isaías, abre a série de honra na entrada da escadaria do lado esquerdo do santuário. Isaías viveu em Jerusalém na segunda metade do Século VIII a.C. e foi o autor do primeiro dos livros proféticos na ordem do cânon da Bíblia. O objetivo principal de sua profecia parece ter sido o de manter viva a fé de Israel na redenção final a ser consumada com a vinda do Messias. Profetizou, entre outros, a Anunciação à Virgem Maria e o Nascimento de Cristo.

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PROFETA AMÓS

No ponto extremo do Adro, à esquerda, na parte superior do arco de circunferência que une os muros extremos dianteiros e laterais do Santuário, encontra-se a imagem do Profeta Amós, que viveu no Século XVIII a.C. e é talvez o mais antigo dos profetas de Israel que tenha deixado textos escritos. Antes de ser chamado pelo Senhor para o ministério profético, foi, segundo suas próprias palavras, o primeiro pastor na região de Belém.

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PROFETA NAUM

Na extrema direita do Adro, ocupando o ponto superior do aço que une os muros externos dianteiro e lateral, encontra-se a estátua do Profeta Naum, o sétimo dos profetas menores. Viveu no Século VII a.C., contemporaneamente a Jeremias. Seus vaticínios não se dirigem ao povo de Israel e sim aos opressores assírios.

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PROFETA BARUC

Apesar de não integrar a série oficial de profetas do Antigo Testamento, a inclusão de Baruc no conjunto, justifica-se pelo seu destaque na ordem do cânon bíblico. Secretário particular de Jeremias, tinha a missão específica de colocar por escrito suas profecias. Já as profecias de Baruc estão de tal modo ligadas à pregação de Jeremias, que na edição da “Vulgata” as duas constituem um único livro. No conjunto do Santuário Baruc traz nas mãos um filactério, que mais uma vez traduz, na citação em latim, uma síntese de várias passagens de suas profecias, em vez de um texto bíblico preciso: “Eu predigo a vinda de Cristo na carne, e os últimos tempos do mundo, e previno os piedoso. Baruc, Cap. 1”

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PROFETA JOEL

Joel, o segundo dos profetas menores do cânon bíblico, ocupa seu lugar no Adro à direita de Oséias, na esquina de encontro do parapeito de entrada e da parede interna lateral. O Profeta, um dos mais antigos de que se conservaram escritos, viveu no Século VIII a.C. Seu nome significa “Lavé é Deus” e seu livro de profecias focaliza sobretudo o fim dos tempos e o Juízo Final, tendo, portanto, caráter essencialmente apocalíptico.

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PROFETA JEREMIAS

Ocupando também posição de destaque na entrada da escadaria, à direita de Isaías, encontra-se o Profeta Jeremias, autor do segundo dos livros proféticos na ordem do cânon bíblico. Famoso, sobretudo pelas suas previsões da ruína iminente de Jerusalém, Jeremias viveu entre os anos 627 e 585 a.C. Essas previsões, conhecidas pelo nome de “Lamentações”, inspiram o texto latino inscrito no filactério: “Eu vi o desastre da Judéia e a ruína de Jerusalém: e rogo (ao meu povo) que queira voltar ao Senhor. Jeremias, Cap.35”.

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PROFETA JONAS

Ocupando posição simétrica à de Joel, no ponto de encontro dos muros que formam o parapeito de entrada do Adro à esquerda, encontra-se a imagem do Profeta Jonas. Para o mais popular dos profetas menores, Aleijadinho reservou um lugar de destaque colocando-o junto de Daniel.
A recusa de Jonas a Javé, não indo pregar em Nínive, sua vida aventurosa e o episódio do castigo sob a forma de permanência no ventre da Baleia, sempre exerceram forte poder de atração sobre os artistas de todas as épocas.

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PROFETA OSÉIAS

O mais importante dos profetas menores, Oséias, cujo nome é uma abreviatura de “Lavé Salvador”, ocupa no Santuário lugar sobre o pedestal que arremata o parapeito de entrada do Adro. Oséias viveu em Israel no Século VII a.C., pouco depois de Amós. Suas profecias são geralmente consideradas entre as partes de mais difícil interpretação da literatura do Antigo Testamento, pela independência do autor quanto às tradições e cunho pessoal de seus escritos.

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PROFETA DANIEL

À esquerda, ladeando a passagem para a entrada do Adro, em frente a Oséias, encontra-se a imagem do Profeta Daniel. O confronto do quarto dos profetas maiores com o primeiro dos profetas menores, nessa situação privilegiada, revela mais uma vez, um projeto iconográfico preciso para as posições das estátuas no Adro. Daniel também sofreu o cativeiro da Babilônia, onde chegou a alcançar grande prestígio junto aos governadores, sobretudo pelos seus dons de interpretação de sonhos e decifração de escritas misteriosas.

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PROFETA ABDIAS

Abdias, “Servo do Senhor” segundo a etmologia de seu nome, ocupa o ponto inferior do Adro que une os muros dianteiros e lateral esquerdo do Santuário. É o autor do mais curto livro profético do Antigo Testamento, sendo sua profecia constituída de um único capítulo e dirigida aos indumeus, habitantes do país de Edom. Pela boca do Profeta, este povo ameaçado de ruína e destruição por ter cometido atos de violência contra os habitantes da Judéia que, como Israel, faziam parte do “povo escolhido” de Lavé.

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PROFETA HABACUC

Habacuc, o oitavo dos profetas menores, encerra a série de Profetas de Congonhas. Situa-se em posição equivalente a Abdias, no ponto inferior do arco que une os muros dianteiros e lateral direito do Adro. Contemporâneo de Naum e Jeremias, Habacuc viveu em um dos períodos mais conturbados da história de Israel. Vaticinou a queda da Assíria em mãos dos caldeus.

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PROFETA EZEQUIEL

Do lado oposto a Baruc, no pedestal que arremata o muro de alinhamento central do Adro, encontra-se Ezequiel, o terceiro dos grandes Profetas. Também conhecido por “Profeta do Exílio”, por ter sido banido para a Babilônia juntamente com o povo de Israel em 597 a.C., Ezequiel concentrou em suas profecias grande número de visões apocalípticas, fortemente influenciadas pela mitologia babilônica.
Textos extraídos do Livro: "Aleijadinho Passos e Profetas"
de Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira

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